Tem algumas coisas que me irritam.
Porque muita coisa que o povo manifesta parece apenas
atitude de manada. Eu sei que todos somos alienados e seguimos o que nos
convence. Mas tem gente que putain... E antes era basicamente a
televisão, especialmente a globo que fazia isso. Agora e cada vez mais
as redes sociais, dão esse efeito manada.
Tipo vivem criticando o Galvão Bueno. Eu não estou defendendo o
cara, mas acho os outros comentaristas tão ruins quanto ele. Acho super
normal algumas pessoas não gostarem, mas tem hora que tem gente que não
entende nada de nada, nem vê esporte e vem metendo o pau no Galvão, dai-me paciência. Todo mundo de repente tomou ojeriza (sei lá como escreve
hogerisa...) do cara.
Agora de "uma hora pra outra" todo mundo
adora MMA. Ah, vá lá que o acesso as pessoa de coisas que nunca viram
pode levar a isso, mas me poupe viu! Nunca imaginei que conseguissem
arrebanhar uma manada tão grande em tão pouco tempo.
Aí essa mesma manada que tá adorando MMA quando passa uma febre
de crítica a globo ela posta tudo com uma propriedade absurda....
Aí fica na moda criticar a globo e a veja. Pelamordediu eu não
estou defendendo esses instumentos de manipulação de massa. Estou apenas
tentando mostrar minha indignação sobre o que as redes sociais
provocam. Pessoas pseudocríticasalienadas e sem noção de nada. Tem gente
que eu tenho certeza que critica sem nem saber o que tá falando.
É muito engraçado quando saiu aquela crítica do cara que criou o
facebook sobre o público brasileiro. Quem mais postou essa crítica é
quem mais coloca ursinho cheio de frufru piscante e merchandising, ganhe isso, poste isso e concorra aquilo, ame a coca e a tam...
Bem, eu tô dando uma desabafada. Eu sei que formamos opinião a partir da opinião alheia. Que somos formados pelo meio. Mas o acesso muito fácil a frases feitas e críticas generalizadas tornam as pessoas muito ruins da cabeça. É muita filosofia barata. Me cansa.
E aí eu já me desanimo com quem critica Galvão do nada, adora MMA, critica a Veja antes de qualquer coisa e et cetera. Eu acho que a ideia é tão instantânea que tá mais pra miojo que pensamento. Não processam as coisas.
Esses são só alguns exemplos, me lembro da defesa daquela merda do Dunga. Um técnico ruim, grosso, sem graça e sem educação e todo mundo apoiou porque ele era um rebelde a hegemonia da globo. Esse mesmo todo mundo que agora adora MMA.... E a globo continua onde nessa estória??? Na cabeça dessa gente miojenta. Ah!!! E cheia de argumentos...
Este blog nasceu da necessidade de falar do que penso (super clichê). Sou uma eterna estudante, mas não quero falar sobre papo cabeça, nem referenciar autores, só quero tagarelar despropositadamente.
melancolia
Laura Tedeschi
Mostrando postagens com marcador alienação. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador alienação. Mostrar todas as postagens
terça-feira, 10 de julho de 2012
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
De cabeça pra baixo
Eu me prometi o livro "Toda Mafalda" quando eu voltasse pra casa... mas como preciso de uma geladeira primeiro, ele vai ter que esperar...
sábado, 3 de setembro de 2011
Discussões e desgastes da internet
Gente eu tô impressionada como as redes sociais em geral tem sido foco de stresses e muito desgaste.
Uma vez aconteceu comigo (acho que foram duas, mas eu não consigo me lembrar direito da outra), foi tudo por e-mail. Eu não vejo problemas em discutir, aliás adoro. Me incita uma boa discussão, mas no geral ela leva pra um desgaste desnecessário...
Mas vamos ao causo: eu recebi um email desses bem bestas sobre uma mulher muito bem resolvida socialmente, mas cansada emocionalmente com as inúmeras cobranças e, que gostaria de voltar no tempo: cuidar do marido, filhos e na brincadeira ela valoriza a subserviência feminina... o e-mail é engraçado. Mas realmente desmerece as feministas que provocaram essa condição de igualdade e pressão nas mulheres. Mas era um email idiota, sem nenhuma pretensão.
Eu já quase não mandava e-mails encaminhados, mas escolhi algumas amigas, bem resolvidas e mandei. Pensei, elas vão se divertir...
Passado um dia eu recebi um email gigantesco de uma amiga me descascando. Ela não mandou só pra mim, mas para todos aqueles que eu tinha enviado. Teve gente que me ligou pra saber o que era aquilo... tamanha a falta de noção. O email era enorme, super denso, embasado teoricamente (a qualidade não sei, porque embasamento teórico a gente consegue pra tudo). Eu fiquei bob’s. Quanto tempo a criatura perdeu pra fazer aquilo tudo. Perdeu o fim de semana, a pobre.
Algumas considerações sobre o caso: eu morei 4 anos com essa amiga (fizemos uma república na época da graduação). Ela é uma pessoa bacana, apesar de sempre impor sua opinião, mas como eu tbm sou osso e nunca aceitei muito... ela sempre me respeitou.
Essa pessoa é feminista, eu também me considero e ela sabe disso. Mas isso não era uma bandeira. Estudávamos numa excelente universidade cheia de ideias revolucionárias, éramos independentes, assim, natural e racionalmente, víamos que homens e mulheres tinham que seguir as mesmas regras... Mas depois que eu recebi a reposta ao meu email encaminhado fiquei chocada. Eu pensei mil coisas. Como as pessoas mudam. Que loucura. Mentalmente eu tinha, a cada minuto, uma resposta altamente rebuscada para lhe dar. [Como eu faço discussões mentais até com quem não me conhece, imaginem que eu tinha um prato cheio. Mas ao mesmo tempo eu estou na campanha pra me transformar numa pessoa melhor (ou eu melhoro ou desenvolvo uma úlcera enorme porque meu instinto é mau).]
Ela foi grosseira, me tratou como uma idiota, ( trecho do email "Confesso que fiquei estarrecida em saber que em pleno século 21, ainda são disseminados estes pensamentos acerca das mulheres e que ainda conquiste várias adeptas") e dentre outras coisas insinuou que eu era conivente com a violência contra mulher... nesse nível. Eu até disse à mon mari, vou largar o trabalho e ficar aqui em casa com você me batendo o dia todo... Puta que pariu, como uma pessoa que me conheceu (ou não) pôde dizer tanta coisa se referindo ao email, mas, essencialmente, a cabeça oca de quem divulga tal hegemonia machista... ou como consta na introdução do mesmo “me fez achar que esse texto é mais uma reprodução androcêntrica da sociedade patriarcal”...
Eu recebo tanto email que discordo do teor (seja ele religioso, politico, comportamental etc.). Mesmo em emails idiotas, muitas vezes eu não gosto e não concordo. O que fazer: cada um faz o que quer, não é mesmo? Mas eu acho que ou você apaga, ou pede a pessoa pra não enviar mais esse tipo de coisa. Se quer discutir veja se há fundamento na discussão, se justifica o desgaste, se convém, se realmente aquele email condiz com o alarde a ser feito. Eu digo isso pensando também nas polêmicas dos blogs, uma delas começou com a piada da mastercard... sinceramente eu acho exagero, mas cada um no seu cada qual né. Duro é quando esse tipo de coisa te envolve, felizmente eu tô aqui so corujando...
Bem, isso aconteceu com um e-mail encaminhado enviado para as amigas mais próximas, que me conhecem (ao menos eu achava). Agora imagina os blogs, facebooks e twiters estão estourando em situações como estas.
No meu caso eu pensei em responder tantas coisas, mas tantas coisas... mas nunca respondi esse e-mail. Nosso contato é mínimo, por vários motivos. Mas definitivamente eu não quero contato com gente assim.
Depois dessa eu parei de mandar email encaminhado. Eu não gosto de covardia, admiro muito as pessoas que dão a cara a tapa sobre o que pensam e costumo ser assim na minha vida real, mas na internet isso é muito complicado. Só discuto em blog coisas muito relevantes como o melhor sorvete que já comi na vida... e olha que eu AMO argumentar e discutir coisas... mas eu quero paz, eu também quero: olho no olho, tom de voz e, especialmente, eu quero saber com quem estou falando. Isso muda tudo (apesar de muitas vezes a gente apenas achar que sabe com quem esta falando).
Gosto de gente de opinião. Mas gosto de gente leve, bem humorada também. Eu não quero conversar com alguém que eu pise em ovos, vai que eu falo uma merda vou ser queimada na fogueira... além do quê tem momentos e momentos, situações e situações para uma discussão.
Mas diante de tudo isso, eu, na campanha por ser uma pessoa melhor estou ficando quieta. Mas eu teria argumentos para comentar em cada post polêmico que tenho visto (que não são poucos), em cada coisa escrita no face (e como as pessoas se contradizem, uns reclamam que o povo posta bobagens no comentário do face, quando outro critica o que ele postou começa o discurso de liberdade na internet... ), felizmente não tenho tuitíii (rsrsrsr), porque pelo visto é lá que a coisa bomba mais... uf!
Cada dia vejo que o radicalismo, muitas vezes, atrapalha. Eu vejo isso no meu trabalho. Meus alunos as vezes são tão radicais (e ingênuos) sobre alguns assuntos que eu os alerto: sejam realistas, sejam paulatinos na mudança senão vocês perdem a credibilidade e a aceitação. Isso é péssimo pra qualquer movimento (seja feminista, homossexual, ambiental, religioso...). O que não significa que sejamos superficiais em tudo. Significa que você tem que adequar suas exigências ideológicas aos limites do seu interlocutor, claro, no âmbito da discussão. Se a pessoa te afrontou ou ultrapassou seus direitos você tem que usar seus argumentos até o limite. Mas digamos que você vá falar de liberdade sexual com uma pessoa de idade, do interior, muito religioso e conservador você não deve exigir dele o mesmo entendimento de mundo e de sexualidade de alguém solteiro, jovem, na balada etc.
Eu não sei se estou me fazendo entender. O que quero dizer é que é preciso flexibilizar para conseguir mudar. A ferro e fogo não vai. As vezes só instiga a raiva. É isso que vejo que vem acontecendo com o feminismo. As ideias são geniais, mas o radicalismo distorce a lógica do movimento, cria um preconceito enorme pelas feministas, ridiculariza os argumentos. E como as vezes as brigas se dão por motivos fúteis demais isso é um aliado aos tais mascus convencerem muita gente.
O mais engraçado (ou perigoso - já que não faço mais nada) é que por causa disso eu tenho conhecido muitos blogs, um indica a polêmica criada pelo outro e assim vai... e eu gosto de quase todos... (eu realmente sou demente e pouco fundada nas minhas ideias....kkk) adiciono os mais incoerentes. Mas sabe, as pessoas normalmente pecam em algum ponto, mas tentam fazer análises críticas interessantes. Eu acho que não preciso concordar com tudo que uma pessoa diz para me interessar pelas suas ideias. É assim com meus amigos pessoais, quiçá com desconhecidos virtuais. Se não gosto, passo o post, elaboro minhas elocubrações internamente ou discuto com mon mari sobre o que penso quanto à polêmica, ou escrevo aqui. Se passo a não gostar de nada no blog, deixo de seguir ou conferir. Simples.
Uma vez aconteceu comigo (acho que foram duas, mas eu não consigo me lembrar direito da outra), foi tudo por e-mail. Eu não vejo problemas em discutir, aliás adoro. Me incita uma boa discussão, mas no geral ela leva pra um desgaste desnecessário...
Mas vamos ao causo: eu recebi um email desses bem bestas sobre uma mulher muito bem resolvida socialmente, mas cansada emocionalmente com as inúmeras cobranças e, que gostaria de voltar no tempo: cuidar do marido, filhos e na brincadeira ela valoriza a subserviência feminina... o e-mail é engraçado. Mas realmente desmerece as feministas que provocaram essa condição de igualdade e pressão nas mulheres. Mas era um email idiota, sem nenhuma pretensão.
Eu já quase não mandava e-mails encaminhados, mas escolhi algumas amigas, bem resolvidas e mandei. Pensei, elas vão se divertir...
Passado um dia eu recebi um email gigantesco de uma amiga me descascando. Ela não mandou só pra mim, mas para todos aqueles que eu tinha enviado. Teve gente que me ligou pra saber o que era aquilo... tamanha a falta de noção. O email era enorme, super denso, embasado teoricamente (a qualidade não sei, porque embasamento teórico a gente consegue pra tudo). Eu fiquei bob’s. Quanto tempo a criatura perdeu pra fazer aquilo tudo. Perdeu o fim de semana, a pobre.
Algumas considerações sobre o caso: eu morei 4 anos com essa amiga (fizemos uma república na época da graduação). Ela é uma pessoa bacana, apesar de sempre impor sua opinião, mas como eu tbm sou osso e nunca aceitei muito... ela sempre me respeitou.
Essa pessoa é feminista, eu também me considero e ela sabe disso. Mas isso não era uma bandeira. Estudávamos numa excelente universidade cheia de ideias revolucionárias, éramos independentes, assim, natural e racionalmente, víamos que homens e mulheres tinham que seguir as mesmas regras... Mas depois que eu recebi a reposta ao meu email encaminhado fiquei chocada. Eu pensei mil coisas. Como as pessoas mudam. Que loucura. Mentalmente eu tinha, a cada minuto, uma resposta altamente rebuscada para lhe dar. [Como eu faço discussões mentais até com quem não me conhece, imaginem que eu tinha um prato cheio. Mas ao mesmo tempo eu estou na campanha pra me transformar numa pessoa melhor (ou eu melhoro ou desenvolvo uma úlcera enorme porque meu instinto é mau).]
Ela foi grosseira, me tratou como uma idiota, ( trecho do email "Confesso que fiquei estarrecida em saber que em pleno século 21, ainda são disseminados estes pensamentos acerca das mulheres e que ainda conquiste várias adeptas") e dentre outras coisas insinuou que eu era conivente com a violência contra mulher... nesse nível. Eu até disse à mon mari, vou largar o trabalho e ficar aqui em casa com você me batendo o dia todo... Puta que pariu, como uma pessoa que me conheceu (ou não) pôde dizer tanta coisa se referindo ao email, mas, essencialmente, a cabeça oca de quem divulga tal hegemonia machista... ou como consta na introdução do mesmo “me fez achar que esse texto é mais uma reprodução androcêntrica da sociedade patriarcal”...
Eu recebo tanto email que discordo do teor (seja ele religioso, politico, comportamental etc.). Mesmo em emails idiotas, muitas vezes eu não gosto e não concordo. O que fazer: cada um faz o que quer, não é mesmo? Mas eu acho que ou você apaga, ou pede a pessoa pra não enviar mais esse tipo de coisa. Se quer discutir veja se há fundamento na discussão, se justifica o desgaste, se convém, se realmente aquele email condiz com o alarde a ser feito. Eu digo isso pensando também nas polêmicas dos blogs, uma delas começou com a piada da mastercard... sinceramente eu acho exagero, mas cada um no seu cada qual né. Duro é quando esse tipo de coisa te envolve, felizmente eu tô aqui so corujando...
Bem, isso aconteceu com um e-mail encaminhado enviado para as amigas mais próximas, que me conhecem (ao menos eu achava). Agora imagina os blogs, facebooks e twiters estão estourando em situações como estas.
No meu caso eu pensei em responder tantas coisas, mas tantas coisas... mas nunca respondi esse e-mail. Nosso contato é mínimo, por vários motivos. Mas definitivamente eu não quero contato com gente assim.
Depois dessa eu parei de mandar email encaminhado. Eu não gosto de covardia, admiro muito as pessoas que dão a cara a tapa sobre o que pensam e costumo ser assim na minha vida real, mas na internet isso é muito complicado. Só discuto em blog coisas muito relevantes como o melhor sorvete que já comi na vida... e olha que eu AMO argumentar e discutir coisas... mas eu quero paz, eu também quero: olho no olho, tom de voz e, especialmente, eu quero saber com quem estou falando. Isso muda tudo (apesar de muitas vezes a gente apenas achar que sabe com quem esta falando).
Gosto de gente de opinião. Mas gosto de gente leve, bem humorada também. Eu não quero conversar com alguém que eu pise em ovos, vai que eu falo uma merda vou ser queimada na fogueira... além do quê tem momentos e momentos, situações e situações para uma discussão.
Mas diante de tudo isso, eu, na campanha por ser uma pessoa melhor estou ficando quieta. Mas eu teria argumentos para comentar em cada post polêmico que tenho visto (que não são poucos), em cada coisa escrita no face (e como as pessoas se contradizem, uns reclamam que o povo posta bobagens no comentário do face, quando outro critica o que ele postou começa o discurso de liberdade na internet... ), felizmente não tenho tuitíii (rsrsrsr), porque pelo visto é lá que a coisa bomba mais... uf!
Cada dia vejo que o radicalismo, muitas vezes, atrapalha. Eu vejo isso no meu trabalho. Meus alunos as vezes são tão radicais (e ingênuos) sobre alguns assuntos que eu os alerto: sejam realistas, sejam paulatinos na mudança senão vocês perdem a credibilidade e a aceitação. Isso é péssimo pra qualquer movimento (seja feminista, homossexual, ambiental, religioso...). O que não significa que sejamos superficiais em tudo. Significa que você tem que adequar suas exigências ideológicas aos limites do seu interlocutor, claro, no âmbito da discussão. Se a pessoa te afrontou ou ultrapassou seus direitos você tem que usar seus argumentos até o limite. Mas digamos que você vá falar de liberdade sexual com uma pessoa de idade, do interior, muito religioso e conservador você não deve exigir dele o mesmo entendimento de mundo e de sexualidade de alguém solteiro, jovem, na balada etc.
Eu não sei se estou me fazendo entender. O que quero dizer é que é preciso flexibilizar para conseguir mudar. A ferro e fogo não vai. As vezes só instiga a raiva. É isso que vejo que vem acontecendo com o feminismo. As ideias são geniais, mas o radicalismo distorce a lógica do movimento, cria um preconceito enorme pelas feministas, ridiculariza os argumentos. E como as vezes as brigas se dão por motivos fúteis demais isso é um aliado aos tais mascus convencerem muita gente.
O mais engraçado (ou perigoso - já que não faço mais nada) é que por causa disso eu tenho conhecido muitos blogs, um indica a polêmica criada pelo outro e assim vai... e eu gosto de quase todos... (eu realmente sou demente e pouco fundada nas minhas ideias....kkk) adiciono os mais incoerentes. Mas sabe, as pessoas normalmente pecam em algum ponto, mas tentam fazer análises críticas interessantes. Eu acho que não preciso concordar com tudo que uma pessoa diz para me interessar pelas suas ideias. É assim com meus amigos pessoais, quiçá com desconhecidos virtuais. Se não gosto, passo o post, elaboro minhas elocubrações internamente ou discuto com mon mari sobre o que penso quanto à polêmica, ou escrevo aqui. Se passo a não gostar de nada no blog, deixo de seguir ou conferir. Simples.
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Ter ou não ter uma empregada doméstica?
Eu costumo ter opinião pra tudo... então de vez em quando vou postar sobre como penso em relação a coisas polêmicas (ou não). Assim daqui alguns anos eu posso ver se meus argumentos são consistentes ou se tudo mudou na minha cabeça cheia de novelos de lã! Já adianto que penso meio torto, meus cabelos são encaracolados e minhas ideias ainda mais...
Então a questão é: o trabalho de casa é desgastante, não muito recompensador, diário e cansativo. No Brasil é muito comum que as famílias tenham empregadas domésticas (claro aquelas com uma condiçãozinha melhor). Nos países desenvolvidos isso é bem menos comum, afinal a mão de obra é bem paga e isso restringe o acesso da classe média aos prestes de uma ajudante de casa.
Existe um discurso pré-pronto (eu não gosto de discursos de microondas, saem tão rápido da boca - nem sei se passam pela cabeça) (mas devo confessar que muitas pessoas não só discursam, mas tem um bom entendimento e são exemplares e coerentes com o que dizem) que é o seguinte:
"o Brasil tem resquiços escravagistas que mantém a cultura da empregada doméstica, isso é um absurdo. A pessoa não tem vergonha de ter empregadas domésticas? E explorar seu igual?"
Eu reitero que o trabalho de casa é desgastante, contínuo, não dá status enfim... um monte de coisa ruim (eu não gosto de cuidar de casa...hehehe), mas o faço e não tenho empregada.
Contudo, entretanto, todavia. Eu acredito que a maior explicação para a existência de empregadas domésticas é a desigualdade social.
A característica que eu vejo que vem da escravidão é a forma (e aí está o problema e não o trabalho em si) como a empregada doméstica foi enquadrada no direito do trabalho, nos direitos de fato e na relação com os patrões (tem que dormir no trabalho, ou chegar super cedo pra fazer o café e só sair depois que a louça do jantar estiver limpa, não tem fim de semana livre... peraí, aí sim, devemos lutar pra não acontecer, quer tudo isso, então tenha dois ou três empregados). Um outro problema que eu só me dei conta recentemente é a relação (espero que antiga) de que a empregada doméstica tinha um papel de iniciação sexual nos adolescentes da casa, isso é um ABSURDO! Inadmissível. E quando falo em empregada doméstica falo na funcionária do lar, não dessa relação equivocada que se criou.
Então eu vejo que a galera, por mais que a intenção não seja essa, têm um preconceito enorme com o trabalho doméstico.
As pessoas chegam a dizer que não é um trabalho digno... e que é o privilégio de uma classe em explorar outra classe desprivilegiada (e um outro ser humano...).
Gente, peraí. Temos que discutir outras coisas, inclusive, discutindo os aspectos reais (como melhoria de salários e direitos) a tendência é reduzir o número de empregadas domésticas - se essa é a questão: acabar com esse trabalho desumano...
Mas ao mesmo tempo, essa humilde pessoa, que, para alguns, vai parecer uma alienada de classe média que quer garantir o direito de continuar expropriando o trabalho alheio (daqui a pouco Marx vem aqui me dar um puxão de orelha).... acredita que:
Essa discussão acaba gerando um maior preconceito com as empregadas domésticas, elas são mal vistas pela sociedade. Isso sim é um absurdo.
Seria eu tão alienada?
Eu acredito que todas as funções tem que ser bem remuneradas (lixeiro, gari, doméstica, atendente, empregado rural, professor etc. etc. etc.), ter todos os direitos trabalhistas, aposentadoria garantida, acesso a saúde, educação etc...
Ou vamos extinguir toda a exploração do trabalho? Temos sim que reduzir a desigualdade. Porque uns com tanto e outros sem nada?
Se for porque é ruim limpar a casa, fazer comida... uai, mas é difícil também ser cuidadora de idosos, de pessoas com dependência... e se o parente não consegue fazer isso sozinho?? É expropriação do trabalho alheio? Porque ser doméstica é a pior coisa do mundo?
E tem mais uma coisinha que estava discutindo... as pessoas não podem comparar coisas que são incomparáveis. Se você tem filhos aqui na Europa você tem uma estrutura de creches e colégios para os pequenos de qualidade, vai pra grande maioria das cidades do interior no Brasil, onde deixar os filhos??? Onde?? Quem pode deixar com os avós, ótimo, mas e quem não tem essa opção?
Então sei lá, viu... tem coisas que ainda não me convencem, mesmo que tenham a melhor intenção do mundo...
Então a questão é: o trabalho de casa é desgastante, não muito recompensador, diário e cansativo. No Brasil é muito comum que as famílias tenham empregadas domésticas (claro aquelas com uma condiçãozinha melhor). Nos países desenvolvidos isso é bem menos comum, afinal a mão de obra é bem paga e isso restringe o acesso da classe média aos prestes de uma ajudante de casa.
Existe um discurso pré-pronto (eu não gosto de discursos de microondas, saem tão rápido da boca - nem sei se passam pela cabeça) (mas devo confessar que muitas pessoas não só discursam, mas tem um bom entendimento e são exemplares e coerentes com o que dizem) que é o seguinte:
"o Brasil tem resquiços escravagistas que mantém a cultura da empregada doméstica, isso é um absurdo. A pessoa não tem vergonha de ter empregadas domésticas? E explorar seu igual?"
Eu reitero que o trabalho de casa é desgastante, contínuo, não dá status enfim... um monte de coisa ruim (eu não gosto de cuidar de casa...hehehe), mas o faço e não tenho empregada.
Contudo, entretanto, todavia. Eu acredito que a maior explicação para a existência de empregadas domésticas é a desigualdade social.
A característica que eu vejo que vem da escravidão é a forma (e aí está o problema e não o trabalho em si) como a empregada doméstica foi enquadrada no direito do trabalho, nos direitos de fato e na relação com os patrões (tem que dormir no trabalho, ou chegar super cedo pra fazer o café e só sair depois que a louça do jantar estiver limpa, não tem fim de semana livre... peraí, aí sim, devemos lutar pra não acontecer, quer tudo isso, então tenha dois ou três empregados). Um outro problema que eu só me dei conta recentemente é a relação (espero que antiga) de que a empregada doméstica tinha um papel de iniciação sexual nos adolescentes da casa, isso é um ABSURDO! Inadmissível. E quando falo em empregada doméstica falo na funcionária do lar, não dessa relação equivocada que se criou.
Então eu vejo que a galera, por mais que a intenção não seja essa, têm um preconceito enorme com o trabalho doméstico.
As pessoas chegam a dizer que não é um trabalho digno... e que é o privilégio de uma classe em explorar outra classe desprivilegiada (e um outro ser humano...).
Gente, peraí. Temos que discutir outras coisas, inclusive, discutindo os aspectos reais (como melhoria de salários e direitos) a tendência é reduzir o número de empregadas domésticas - se essa é a questão: acabar com esse trabalho desumano...
Mas ao mesmo tempo, essa humilde pessoa, que, para alguns, vai parecer uma alienada de classe média que quer garantir o direito de continuar expropriando o trabalho alheio (daqui a pouco Marx vem aqui me dar um puxão de orelha).... acredita que:
Essa discussão acaba gerando um maior preconceito com as empregadas domésticas, elas são mal vistas pela sociedade. Isso sim é um absurdo.
Seria eu tão alienada?
Eu acredito que todas as funções tem que ser bem remuneradas (lixeiro, gari, doméstica, atendente, empregado rural, professor etc. etc. etc.), ter todos os direitos trabalhistas, aposentadoria garantida, acesso a saúde, educação etc...
Ou vamos extinguir toda a exploração do trabalho? Temos sim que reduzir a desigualdade. Porque uns com tanto e outros sem nada?
Se for porque é ruim limpar a casa, fazer comida... uai, mas é difícil também ser cuidadora de idosos, de pessoas com dependência... e se o parente não consegue fazer isso sozinho?? É expropriação do trabalho alheio? Porque ser doméstica é a pior coisa do mundo?
E tem mais uma coisinha que estava discutindo... as pessoas não podem comparar coisas que são incomparáveis. Se você tem filhos aqui na Europa você tem uma estrutura de creches e colégios para os pequenos de qualidade, vai pra grande maioria das cidades do interior no Brasil, onde deixar os filhos??? Onde?? Quem pode deixar com os avós, ótimo, mas e quem não tem essa opção?
Então sei lá, viu... tem coisas que ainda não me convencem, mesmo que tenham a melhor intenção do mundo...
terça-feira, 28 de junho de 2011
Calar-se não é anular-se
Eu acho que redes sociais devem conter apenas discussões simples e talvez e até superficiais. Outros ambientes permitem colocar sua opinião de maneira mais honesta, mas lá é um pouco arriscado. Tenho visto uma galera se estressando no facebook e falando um monte de besteira, discutindo coisas que só desgastam.
Mas confesso que as vezes dá vontade de responder umas colocações... ahh isso dá.... Mas vendo o erro alheio e tentando me preservar vou ficar quietinha por lá e me manifestar aqui.
Uma das discussões tem acontecido em torno do que já tratei aqui, brasileiros que moram no exterior e ficam publicando problemas do país e fazendo uma série de (des)considerações...
Uma delas é a publicação de um dado que o impostômetro vai chegar a 700 bilhões de reais.
Ok, terrível, concordo plenamente com as pessoas que comentaram destacando como pagamos impostos e não temos acesso a serviços públicos de qualidade. Isso é nítido, triste e devemos buscar mudar. Aqui na França mesmo um carro zero pode ser comprado por 6 mil euros, algo em torno de 15 mil reais (conversão simples pra 2.5, convertendo ou não é uma diferença muito alta). Essa diferença no Brasil é explicável simplesmente em função dos impostos, é assustador, não é mesmo? Também é importante considerar que os carros franceses já pagam impostos e conseguem ser vendidos a esse preço.
Ok, concordo com essa discussão, mas o que eles dizem é: que os brasileiros (eles ficam fora da categoria) são idiotas que pagam esse absurdo e não fazem nada pra mudar o país (me diga o que eles já fizeram), que somos todos alienados e não vemos a realidade do mundo (só os grandes pensadores como essas figuras tem a capacidade crítica de enxergar isso), que a única coisa “sensata” a fazer é arrumar as malas ir pro aeroporto e sair fora (humum é assim que se resolve um problema??).... só pra ilustrar esses poucas considerações...
Uma coisa que eu gostaria de dizer é: que é muito fácil se isentar da responsabilidade sobre qualquer lugar e apontar o erro (o culpado, o ignorante que não vê, não entende e não muda) porque eles serão culpados pelos erros políticos, sociais e econômicos da Inglaterra? Ou da Escócia? Ou de qualquer outro lugar? Não. Eles estarão sempre acima do bem e do mal, afinal é só falar mal de onde estiveram ( Brasil, Portugal, Itália, África...).
Ah! Sem falar que a condição dos países onde eles vivem agora não é fruto do trabalho e da mobilização social que eles fizeram.
E ainda "falam" coisas do tipo: “e onde estão os meus amigos letrados para se manifestar sobre esse problema, agora eles se calam...” Eu fico lembrando da fala da professora do RN, contra números não existem fatos... e como a gente erra quando pensa assim e ela mostrou muito bem isso, hem!!
Eu me calo, mas apenas nas redes sociais! Adoraria reencontrar essa(s) pessoa(s) e dizer tudo isso.
Dizer pra dar uma lida em Paulo Freire, um GRANDE letrado brasileiro que explicou três níveis de consciência (em “Educação para autonomia”): consciência intransitiva, consciência ingênua e consciência critica, na primeira a gente vê o mundo mágico sem entender como e porque as coisas acontecem, na segunda a gente entende como as coisas acontecem e acredita que elas acontecem dessa forma porque existe um culpado e o culpado é sempre o outro, nunca ele se responsabiliza pela sua realidade, e a consciência crítica onde as pessoas passam a assumir as responsabilidades pelos problemas e, assim, elas os compreendem melhor e trabalham para resolê-los ao invés de perderem tempo achando culpados.
Pois é, pra mim é muita consciência ingênua pro meu gosto. Eu reconheço e gostaria que nos mobilizássemos mais, mas também sei o quão difícil isso é na prática. E assumo que a mudança está em mim, em como faço meu trabalho, em como sou honesta e politizada diariamente, nas pequenas coisas, não no marketing pessoal que as pessoas fazem hoje, apenas para se promover.
Muito cômodo sair e apontar o dedo pros que ficaram... e eles que se cuidem, porque o Brasil, com todas as mazelas (que eu luto dentro das minhas possibilidades pra acabar), vai pra frente, enquanto tem muito país desenvolvido que tá parando, talvez eles vão ter que andar mais pelos aeroportos!
Muito cômodo sair e apontar o dedo pros que ficaram... e eles que se cuidem, porque o Brasil, com todas as mazelas (que eu luto dentro das minhas possibilidades pra acabar), vai pra frente, enquanto tem muito país desenvolvido que tá parando, talvez eles vão ter que andar mais pelos aeroportos!
Enfim, eu estou buscando ser uma pessoa mais tranquila, sem grandes discussões, mas minha cabeça fervilha quando vejo uma coisa assim e eu preciso discutir, ainda que apenas comigo mesma....
Marcadores:
alienação,
Brasil,
coruja,
eu penso assim,
moi
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Paciência
Como eu queria...
Achei até que andava mais paciente, mas esses dias o teste foi grande.
Como é difícil conviver com gente que tá o tempo todo te explicando como fazer as coisas, onde você tem que ir, onde você tem que comer, como beber vinho, como ser feliz, como ter sucesso (como a modesta pessoa)...
Putz, como tem gente que nem é tudo isso e é tão feliz, tão gente boa, tão tão... essas pessoas nunca estão incomodadas com o jeito diferente dos outros, ou cagando regra pra ninguém e eu admiro tanto que tenho muita vontade de ser como elas, ir onde elas vão, comer o que comem, beber e ser feliz sem pressão (de conhecer tudo, saber de tudo, ter um salário....).
Quando isso me acontece que eu tenho mais certeza que ter tudo e ser "muito" não me apetece... eu quero outro sentido pra vida.
Achei até que andava mais paciente, mas esses dias o teste foi grande.
Como é difícil conviver com gente que tá o tempo todo te explicando como fazer as coisas, onde você tem que ir, onde você tem que comer, como beber vinho, como ser feliz, como ter sucesso (como a modesta pessoa)...
Putz, como tem gente que nem é tudo isso e é tão feliz, tão gente boa, tão tão... essas pessoas nunca estão incomodadas com o jeito diferente dos outros, ou cagando regra pra ninguém e eu admiro tanto que tenho muita vontade de ser como elas, ir onde elas vão, comer o que comem, beber e ser feliz sem pressão (de conhecer tudo, saber de tudo, ter um salário....).
Quando isso me acontece que eu tenho mais certeza que ter tudo e ser "muito" não me apetece... eu quero outro sentido pra vida.
Marcadores:
alienação,
coruja,
eu penso assim,
vida
sábado, 27 de novembro de 2010
Ufa!!! Sobrevivi...
Ufa!!! Sobrevivi, (a semana mais turbulenta dos últimos tempos)... mas não sem arranhões, cansaço e muito trabalho pela frente.
Eu queria mesmo era:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Sombra e água fresca!!!
Me enganei achando que depois da semana cheia estaria tranquila, mas são tantas coisas que não vai dar pra parar. As mudanças do projeto não são para agora, vou poder mexer mesmo só no ano que vem e aos poucos, mas daqui uma semana vou começar uma mudança gigantesca. Então segue o Balanço geral:
Projeto: defendido, banca tranquila, mas mudança metodológica que eu não concordo mas aceitei e que me trará muito trabalho e desmotivação, mas bola pra frente.
A cada dia que se passa maior é minha falta de identidade com meu doutorado. Eu me sinto muito desconfortável com o modus operandi desse lugar. Eu não gosto disso, mas hoje reconheço que só quero o título, depois vou fazer as pesquisas que eu acredito, da maneira (científica -claro) que eu me sinto mais segura e considero que mais contribuem para a sociedade, não essa pesquisa publicadora que se o método não é o que as revistas gostam, eu tenho tanto nojo desse tipo de argumento.
Prova de proficiência: muito difícil, muita gente fazendo pela 3ª, 4ª vez. Isso me deu desespero, mas bola pra frente... no meio da semana sai o resultado, mas acho difícil passar nessa primeira acho que vou virar jogadora de futebol.
Eu queria mesmo era:::::::::::::::::::::::::::::::::::::::::
Sombra e água fresca!!!
Me enganei achando que depois da semana cheia estaria tranquila, mas são tantas coisas que não vai dar pra parar. As mudanças do projeto não são para agora, vou poder mexer mesmo só no ano que vem e aos poucos, mas daqui uma semana vou começar uma mudança gigantesca. Então segue o Balanço geral:
Projeto: defendido, banca tranquila, mas mudança metodológica que eu não concordo mas aceitei e que me trará muito trabalho e desmotivação, mas bola pra frente.
A cada dia que se passa maior é minha falta de identidade com meu doutorado. Eu me sinto muito desconfortável com o modus operandi desse lugar. Eu não gosto disso, mas hoje reconheço que só quero o título, depois vou fazer as pesquisas que eu acredito, da maneira (científica -claro) que eu me sinto mais segura e considero que mais contribuem para a sociedade, não essa pesquisa publicadora que se o método não é o que as revistas gostam, eu tenho tanto nojo desse tipo de argumento.
Prova de proficiência: muito difícil, muita gente fazendo pela 3ª, 4ª vez. Isso me deu desespero, mas bola pra frente... no meio da semana sai o resultado, mas acho difícil passar nessa primeira acho que vou virar jogadora de futebol.
A vida é assim né, uma caixinha de surpresas....
quinta-feira, 24 de junho de 2010
Eu sou de outro planeta
Bem, agora vem com esse apoio ao dunga... tudo bem não sou a favor da globo, da massificação e alienação nacional promovida por ela, mas peraí... vou apoiar um cara estúpido e grosseiro.
É pra quem tem como ídolo um cara como dourado do BBB (preconceituoso, grosseiro e estúpido) não me surpreende que apoiem o dunga e muito menos de onde eles vieram.
Eu tenho pensado se sou demasiado alienada para não concordar com isso... talvez seja.
Mas porque ninguém faz uma campanha dessa apoiando o Cristovão Buarque, porque não fazem uma corrente forte assim para ajudar os desabrigados do Nordeste, porque permitem essa semana que tenha ocorrido um aumento médio de 25% dos assessores dos parlamentares... Tudo bem, eu não tenho feito nada pelo mundo, mas agora me vem um monte de mané dizer que não é alienado e por isso apoiam o grosso do dunga e são contra a globo. A grande maioria vai continuar assistindo novela e vai continuar sem ter senso crítico nem quando eles mostram uma pesquisa que ser burro é saudável... porque consciência não se alcança por um apoio a um cara que é um técnico de futebol grosso.
Eu odeio gente grossa, talvez por isso eu tenha estado tão desconfortável aqui. E muito me entristesse que o mundo comece apoiando gente assim...
Eu quero apoiar uma pessoa educada, gentil, inteligente eu não preciso apoiar o dunga pra demonstrar meu desconforto com a alienação nacional que se prova mais uma vez...e mais e mais.
É pra quem tem como ídolo um cara como dourado do BBB (preconceituoso, grosseiro e estúpido) não me surpreende que apoiem o dunga e muito menos de onde eles vieram.
Eu tenho pensado se sou demasiado alienada para não concordar com isso... talvez seja.
Mas porque ninguém faz uma campanha dessa apoiando o Cristovão Buarque, porque não fazem uma corrente forte assim para ajudar os desabrigados do Nordeste, porque permitem essa semana que tenha ocorrido um aumento médio de 25% dos assessores dos parlamentares... Tudo bem, eu não tenho feito nada pelo mundo, mas agora me vem um monte de mané dizer que não é alienado e por isso apoiam o grosso do dunga e são contra a globo. A grande maioria vai continuar assistindo novela e vai continuar sem ter senso crítico nem quando eles mostram uma pesquisa que ser burro é saudável... porque consciência não se alcança por um apoio a um cara que é um técnico de futebol grosso.
Eu odeio gente grossa, talvez por isso eu tenha estado tão desconfortável aqui. E muito me entristesse que o mundo comece apoiando gente assim...
Eu quero apoiar uma pessoa educada, gentil, inteligente eu não preciso apoiar o dunga pra demonstrar meu desconforto com a alienação nacional que se prova mais uma vez...e mais e mais.
Assinar:
Postagens (Atom)










